Ensine o que você sabe (e acerte o timing)

O conhecimento da humanidade cresce numa velocidade difícil de acompanhar. Todo dia surgem mais estudos, livros, vídeos e cursos do que qualquer pessoa conseguiria ler numa vida inteira.

Ao mesmo tempo em que você lê este texto, milhões de pessoas estão produzindo informação, teoria, livro, vídeo.

Transmitir conhecimento é algo que fazemos o tempo todo. Quando a gente organiza uma experiência de aprendizagem, cria uma oportunidade: atender uma demanda e gerar abundância para todos.

O próximo passo, no meu olhar, não é produzir mais. É saber:

QUANDO oferecer o conhecimento ESPECÍFICO para quem REALMENTE PRECISA.

Ou seja: acertar o timing.

Bill Gross, em uma palestra no TED, comparou startups que deram certo e que não deram. Segundo ele, o timing foi um dos fatores mais decisivos. Uber e Airbnb apostaram que, em plena crise, as pessoas estariam mais abertas a compartilhar o que têm. Outras boas ideias morreram porque faltava infraestrutura: banda larga insuficiente, vídeo que não carregava.

E tem um corolário: oportunidade que passou, passou. No mundo do conhecimento, quando o seu público já está satisfeito, não faz sentido “comprar de novo”.

Hoje isso fica ainda mais claro. A inteligência artificial explica quase qualquer assunto em segundos. O que ela não faz sozinha é a experiência que só você viveu, a leitura do contexto do cliente, o jeito de ensinar que é seu.

Por isso, o convite continua:

ENSINE O QUE VOCÊ SABE.

Alguém, aí fora, pode usar esse conhecimento para mudar a realidade, o entorno e as perspectivas da própria vida e da comunidade.

O que você sabe que poderia estar ensinando agora?

Tem uma decisão que anda pesando por aí? Às vezes o que falta não é resposta, é uma boa conversa com alguém de fora. Se fizer sentido, vamos conversar. Sem roteiro pronto e sem compromisso.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima