Você já saiu de uma reunião pensando “devia ter dito de outro jeito”?
Já travou na hora de apresentar o resultado para os sócios? Já viu uma venda boa escorregar porque a explicação ficou longa demais, ou vaga demais?
Isso não aparece no balanço. Mas custa:
- negócio que não fecha, porque o cliente não entendeu por que escolher você;
- time desalinhado, porque a orientação saiu clara só na sua cabeça;
- investidor ou sócio inseguro, porque a história dos números não se sustentou;
- energia que vai embora, na frustração de não ser compreendido.
E o pior: muita gente acha que comunicação é “dom”. Ou se tem, ou não se tem.
Não é. É como qualquer habilidade: dá para desenvolver. (Quem já ouviu falar de mindset de crescimento sabe do que estou falando.)
O que costuma funcionar, em ordem:
- Saber o que você quer que o outro faça depois de ouvir você.
- Escolher uma ideia central e cortar o resto sem dó.
- Contar com uma história, não com uma pilha de dados.
- Ensaiar em voz alta, porque falar é diferente de pensar.
- Pedir retorno de alguém que diga a verdade.
O quinto é o mais raro. Quase ninguém ao redor de um dono ou de um executivo avalia como ele se comunica.
É para isso que existem os encontros 1:1 online de Comunicação Executiva: orientações, dicas, instruções e uma avaliação honesta do seu modelo de comunicação, no ritmo do seu dia a dia.
Antes disso, faça um teste: grave 2 minutos de você explicando o seu negócio para um cliente. Escute. O que você mudaria?
Você diz o que precisa dizer do jeito que precisa ser ouvido? Se este texto cutucou alguma coisa, vale uma conversa. Veja como funcionam os encontros de Comunicação Executiva ou escreva para mim.