A comunicação ruim custa dinheiro (e você não vê a conta)

Você já saiu de uma reunião pensando “devia ter dito de outro jeito”?

Já travou na hora de apresentar o resultado para os sócios? Já viu uma venda boa escorregar porque a explicação ficou longa demais, ou vaga demais?

Isso não aparece no balanço. Mas custa:

  • negócio que não fecha, porque o cliente não entendeu por que escolher você;
  • time desalinhado, porque a orientação saiu clara só na sua cabeça;
  • investidor ou sócio inseguro, porque a história dos números não se sustentou;
  • energia que vai embora, na frustração de não ser compreendido.

E o pior: muita gente acha que comunicação é “dom”. Ou se tem, ou não se tem.

Não é. É como qualquer habilidade: dá para desenvolver. (Quem já ouviu falar de mindset de crescimento sabe do que estou falando.)

O que costuma funcionar, em ordem:

  1. Saber o que você quer que o outro faça depois de ouvir você.
  2. Escolher uma ideia central e cortar o resto sem dó.
  3. Contar com uma história, não com uma pilha de dados.
  4. Ensaiar em voz alta, porque falar é diferente de pensar.
  5. Pedir retorno de alguém que diga a verdade.

O quinto é o mais raro. Quase ninguém ao redor de um dono ou de um executivo avalia como ele se comunica.

É para isso que existem os encontros 1:1 online de Comunicação Executiva: orientações, dicas, instruções e uma avaliação honesta do seu modelo de comunicação, no ritmo do seu dia a dia.

Antes disso, faça um teste: grave 2 minutos de você explicando o seu negócio para um cliente. Escute. O que você mudaria?

Você diz o que precisa dizer do jeito que precisa ser ouvido? Se este texto cutucou alguma coisa, vale uma conversa. Veja como funcionam os encontros de Comunicação Executiva ou escreva para mim.

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