Chegar e fazer primeiro não é sinal direto de sucesso. É sinal de pioneirismo. De eficiência, talvez.
Chegar e fazer o que precisa ser feito é outra história. Isso é eficácia: saber escolher o que é estratégico e prioritário. E um dos maiores desafios de quem empreende é definir essas prioridades para si e para o time.
Proatividade, no fundo, é fazer ANTES. Antever a necessidade e agir. Quem empreende sabe o quanto isso é essencial.
Mas tem pegadinha. O desafio é AGIR ALINHADO COM A ESTRATÉGIA. E ter uma estratégia alinhada com os objetivos. Ou seja: fazer o que leva você aonde quer chegar. Não fazer por fazer, que é a maior armadilha de quem empreende.
Proatividade não nasce pronta. Muita gente acha que se nasce com ela, mas a gente aprende com alguém, copiando quem admirava na infância ou depois. É um valor que se leva consigo.
A mentalidade proativa enxerga as possibilidades à frente, assume a responsabilidade do que está ao alcance (ou do que já foi prometido) e faz.
Seth Godin tem uma observação boa: reunião é marcada para alguém assumir uma responsabilidade. Quando alguém diz “OK, eu faço isso!”, a reunião costuma acabar.
Agora olhe para o seu ambiente de trabalho:
- Muita reunião?
- Muita justificativa?
- Muita gente esperando alguém decidir?
Está na hora de trabalhar proatividade no grupo. E isso começa pela liderança.
Não é só agir. É agir com responsabilidade, em direção a objetivos claros e específicos.
Sentiu-se desafiado? Indignado? Curioso? Comenta aí que a conversa fica boa.
Tem uma decisão que anda pesando por aí? Às vezes o que falta não é resposta, é uma boa conversa com alguém de fora. Se fizer sentido, vamos conversar. Sem roteiro pronto e sem compromisso.