“Conselho” soa pesado, né? Cadeira de couro, ata, gente de terno.
Esquece. Para uma empresa que está crescendo, o conselho pode começar com uma pessoa.
Pensa assim: o que muda quando a empresa passa de “a gente se vira” para “a gente cresce”? As decisões ficam mais caras. Contratar errado custa mais. Um cliente grande que sai dói mais. E os sócios começam a discordar de verdade, o que, aliás, é saudável.
Nessa hora, a insegurança aparece. Não é falta de competência. É falta de um olhar de fora, com distância suficiente para ver o que quem está dentro já não enxerga.
Um conselheiro não manda, não executa e não substitui ninguém. Ele:
- faz as perguntas que ninguém quer fazer na reunião;
- olha o negócio inteiro antes de você contratar um especialista para cada pedaço;
- acompanha números e relatórios, e chama atenção para o que está fora do lugar;
- ajuda a separar decisão urgente de decisão importante.
Dá para começar de três jeitos:
- Conselho Intensivo (Dedicated Advisor): atendimento regular, conforme a demanda, com supervisão e acompanhamento de relatórios e números.
- Conselheiro Fracionado Individual (Fractional Advisor): um encontro por mês, mais atendimento via WhatsApp.
- Conselheiro Fracionado em Peer Group: até 4 empresas dividindo a sala para compartilhar dores e aprender juntas.
Funciona melhor para empresas pequenas com 2 ou 3 sócios, que já faturam o suficiente para justificar o investimento, estão organizadas e querem crescer. Não é o caminho para quem está apagando incêndio: mediar crise não é o foco.
Pergunta para levar: na última decisão grande da sua empresa, quem de fora você ouviu?
E se você não precisasse decidir tudo sozinho? Um conselheiro, mesmo que um só, muda a qualidade das perguntas que você se faz. Quer ver como isso funcionaria na sua empresa? Conheça o trabalho de Conselho ou conte o seu momento.